março 7th, 2010  Posted at   Desabafando, Família, Pensando bem...
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Carmen Sílvia Musa Lício

Não sei se este título é o mais adequado, mas quero escrever sobre os últimos acontecimentos. Perdi dois irmãos no espaço de dez dias, ambos bipolares, e fica em mim um sabor de imensa tristeza…

Tristeza por perde-los assim tão próximos um do outro, por não poder ajuda-los, apesar das tentativas. Tristeza por ve-los desperdiçarem suas vidas inteiras sem nada de construtivo, um legado positivo…

No enterro de um deles, minha sobrinha comentou que achava que essas são pessoas normais que ficam aprisionadas a um corpo doentio; então a morte seria como uma espécie de libertação, de descanso daquela vida atormentada. Eu ponderei se não seria o contrário, pessoas doentes presas em um corpo normal, que acaba por adoecer também…

No frigir dos ovos, dá na mesma. São pessoas muito inteligentes, criativas, que acabam por não conseguirem ter uma inteligência emocional que os capacitem a ter voos maiores, sem perder a noção da realidade, se adequarem à normalidade da vida, às mesmices do cotidiano, sem perderem a sua criatividade e a capacidade de verem além…

Em tudo isto, o que mais me entristece é saber da capacidade imensa deles, de sua enorme inteligência, que acabou por se perder, sem conseguirem fazer nada a mais, nem para eles mesmos poderem viver melhor.

É uma perda, de significado, de propósitos, de chances, de alegria, de amor e, principalmente, de paz! Sentindo-se enjaulados em um corpo, sentindo-se limitados, acabam por perder as suas vidas, sem saber onde chegar…

Como tive quatro irmãos bipolares, sei bem como é difícil ve-los, dia a dia, ano a ano, se perderem em si mesmos, destruindo as próprias possibilidades. È um script já lido por diversas vezes, sabendo-se do final nada feliz…

Por isto eu choro!!!

Choro suas vidas perdidas, sem objetivos, sem paz nem normalidade. Choro a falta de esperança e perspectiva com a qual viveram. Choro a falta de tratamento digno em Saúde Mental na Saúde Pública para que pudessem viver uma vida mais plena…

Choro a perda de mais dois entes queridos, que, apesar de tudo, nos deixaram saudosos, a pensar no que poderíamos fazer a mais para minimizar a sua dor interior, sem nos machucarmos juntos…

Choro até pela sensação de alívio, após mais de 40 anos de jornada, tentando remar contra a correnteza…

Com eles aprendi a tentar ajudar as pessoas, a me preservar para não me desintegrar física e emocionalmente junto, a ser mais tolerante, empática, a ser mais e mais paciente, apesar dos poucos progressos e da incerteza dos resultados e do tempo a ser percorrido… Um aprendizado duro mas que me ajuda a ser uma enfermeira mais plena, mais sensível, mais abrangente nos meus cuidados com os pacientes em geral.

Poderia ser diferente??? Talvez… Quem sabe se conseguíssemos dar mais algumas oportunidades, mais alguma chance, caminhar mais uma milha, oferecer a outra capa, a outra face… Mas tem hora que é uma questão de sobrevivência, física, mental e emocional…

E quando se viram confinados em uma casa de repouso, sentindo-se alijados da convivência com a família, com a sociedade, apesar das visitas e dos poucos passeios, perderam a vontade de viver, ou melhor, de sobreviver, de lutarem pela própria existência humana…

Fica aqui a sensação de impotência, mas também de que, apesar de tudo, fiz o que me era possível, dentro das minhas limitações…
E a vontade de servir, de algum modo, de alento e de ajuda a estas pessoas que sofrem, caladas ou não, mas que em seus olhos podemos perceber a imensa tristeza e agonia na qual estão submersos e isolados.

fevereiro 26th, 2010  Posted at   ficção
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Carmen Sílvia Musa Lício

No canto da sala de estar, o gramofone era uma peça antiga a enfeitar o ambiente… Assim como o banco, a mesa, todos herdados da avó, que amava ouvir música sentada no sofá de veludo, a pensar naquele tempo em que rodopiava no salão, ao sabor da música e do vinho…

Vovó era uma velhinha pequenina, com seus passinhos delicados, sempre com seu chale enfeitando e protegendo os seus ombros…

Amava escutar seus discos do Gardel, Carlos Galhardo, Orlando Silva, cantores que sempre embalaram seus amores, suas festas, a sua vida… Todos guardados com muito amor e colocados no gramofone quando queria relembrar seu tempo de juventude.

Sensação boa esta, um calor no coração, que sempre a acompanhava ao ouvi-los a sós. Quando algum dos seus netos escutava junto a ela, contava sobre o baile no qual conheceu seu marido, que a fez tremer de emoção! Como se casaram, após namorarem por longos anos, e tiveram três filhos lindos, alegria das suas vidas…

Os netos não gostavam muito das suas músicas, mas amavam as suas histórias, contadas ao entardecer, próximo à lareira, inspiradas pelo som do gramofone, a lhe trazer de volta tantas recordações!!!

O que um simples gramofone pode fazer, no canto de uma sala de estar, a recordar uma vida inteira passada, tão feliz e tão amada… E ele estivera lá por tantos anos, até as crianças crescerem, e escutarem suas lindas histórias de festas, bailes e de tantas lembranças…

Gratas lembranças!!!

fevereiro 11th, 2010  Posted at   "Besteirol", "Pareceres...", Desabafando, Família, teoria...
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Carmen Sílvia Musa Lício

Sabe-se que a audição diminue com o passar do tempo devido ao envelhecimento do aparelho auditivo, poluição sonora nas grandes cidades, uso constante de fones de ouvido com o som muito alto e por muito tempo, uso inadequado de cotonetes e outros utensílios tais como agulhas de crochê, de costura, de tricô… Vocês nem imaginam a criatividade do ser humano!!!

Em Ubatuba, após uma viagem de mais de seis horas ao som de Renato Russo, PittBull, NX0, Pitty, MVBill, Avrill Lavinge, Hirana,Crhis Brown e de outras tribos mais, na companhia do meu filho, sua namorada e da minha nova filhota, me veio uma idéia, uma nova teoria que pode explicar em parte a surdez em idosos!

Após dois dias ao som daqueles famigerados, me lembrei dos meus pobres pais, que iam se deitar quando começávamos a escutar na vitrola (sim, naquele tempo se chamava vitrola!) os Beatles e toda aquela musicália nacional e internacional dos anos 70/80 (Que saudades, confesso!)

Agora, em pleno século XXI, vejo a minha mãe assistindo a filmes e programas televisivos que não lhe interessam, jamais interessaram, diga-se de passagem, só para desfrutar da companhia dos netos, mesmo que seja só de “corpo presente”.

Lembro também de uma amiga que contou que a sua mãe, já idosa, tinha uma “surdez seletiva”, pois não falava quase nada e, por mais que comentassem algo a “plenos pulmões”, ela parecia não escutar, mas, de repente, acabava por dar um palpite bem em assuntos “levemente sussurrados”, onde todos achavam que seria impossível dela ouvir!!! Acabava por ser engraçado, pois surpreendia a todos com algum palpite bem colocado, ou um “dispautério daqueles” que levava todos a rirem muito da situação. Esta “surdez seletiva” possibilitava a anciã fazer parte da vida em família e  se “retirar” quando o assunto ficava muito chato ou inoportuno… Por outro lado, a família ficava perplexa quano ela acabava por ouvir algum segredo que não era para saber, ou por ser alguma realidade “nua e crua” da qual queriam poupa-la.

Existem também aqueles idosos que simplesmente desligam o aparelho auditivo quando se sentem cansados ou incomodados pelo som ou pelo assunto, o que não deixa de ser uma boa idéia…

Bom, mas a minha teoria, após vários dias ouvindo sempre as mesmas músicas, rindo e me divertindo com eles, com aquele som de fundo sempre presente invadindo toda a casa, é que os idosos acabam por desenvolver uma surdez que os protege de terem que escutar 24 horas por dia aquelas músicas atuais, com aquele som e ritmo bem marcados, com aquelas letras sem muito conteúdo, onde os refrões são a sua marca inconfundível, que se repetem interminavelmente, sem nos pedir licença para adentrarem os nossos ouvidos e alma. Um martírio, às vezes…

E, ao som de mais uma música cuja letra é: “Alô, aumente o som, tem alguém aí???”, eu parodio: “Alô, tem alguém aí??? Me dê um protetor de ouvidos e feche a porta!!! Pelo amor de Deus!!!

dezembro 20th, 2009  Posted at   Datas Especiais
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Carmen Sívia Musa Lício

Este ano voou!!!

Nesta época do ano comemoramos o Natal! Desde o começo de Dezembro, já vemos pelas ruas o “espírito natalino”, nas decorações dos Shoppings, nas ruas de comércio, nas lojas, na cidade… Em casa nos preocupamos em arranjar uma árvore natalina, artificial ou natural, onde colocaremos os enfeites dourados, vermelhos, brilhantes, lindos, para enfeitar a nossa casa e dar aquele toque todo especial…

Pensamos também onde iremos passar a véspera do Natal com os familiares, na ceia de Natal, qual será o cardápio desta ceia tão esperada, as roupas, os presentes (quantos presentes!!!), os preparativos, os gastos, a decoração da casa… Enfim, uma canseira! É uma festa sem igual!!!

Fico pensando no verdadeiro sentido do Natal, que é a comemoração do nascimento de Jesus, da sua vinda a este mundo para nos salvar dos nossos pecados, das nossas mazelas; dar vida espiritual e a verdadeira razão pela qual viver…

Será que Jesus não ficaria espantado ao ver as pessoas correndo de lá para cá, gastando o que muitas vezes nem têm, na tentativa de passar um final de ano mais alegre, diferente do restante do ano? Como será que ele se sentiria ao ver que a comemoração do seu nascimento se transformou em um simples comércio, em época de fartas comilanças, amigos secretos, “foguetórios”, troca de presentes… Tudo o que se possa imaginar; menos para comemorar a Sua vinda, o Seu amor pela humanidade, a ponto de Se fazer carne, e habitar entre nós, se submeter à morte, e morte de cruz, afim de morrer por nossos pecados, por nós, em nosso lugar?

Este é o verdadeiro sentido do Natal, Ele morreu na cruz para nos garantir a vida eterna, não por que mereçamos, mas por amor!!! Amor incondicional, a nós, pecadores, para que possamos viver sem o peso do pecado, com alegria, livres da condenação por nossos atos e pensamentos…

Este é o presente de Natal que Deus nos deu. Quem quiser receber, é só pedir a Ele que entre em seu coração e faça morada em sua vida; aí você poderá comemorar o verdadeiro Natal, o nascimento de Jesus em seu coração, a sua mudança de vida, com tudo o que tem direito, a festa, a ceia, a presentes, tudo o mais… mas, primeiramente a festa será em seu coração. Tem comemoração melhor?

Este é o meu desejo: que você comemore esta grande data da melhor maneira, primeiramente em sua vida, depois em família, com os amigos…

Que Jesus nasça em nossos corações, primeiro como Salvador, depois como Senhor!!!

FELIZ NATAL!!!

dezembro 16th, 2009  Posted at   "Do Ofício", Indignação, Relembrando
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Carmen Sílvia Musa Lício

Mais uma vez vou escrever sobre pedofilia… Não porque seja um assunto fascinante; ao contrário…

Quando era auxiliar de chefia em um Posto de Saúde, há muitos anos, tive que lidar com um caso bem preocupante… Estava na sala da chefia quando vieram me falar sobre uma criança cuja mãe queria um esclarecimento… Fui atende-la e vi que o caso era bem pior do que eu poderia imaginar…

A mãe disse que estava preocupada com as suas filhas, de 9 e 8 anos, que estavam com problemas ginecológicos… Consegui uma consulta para elas com a médica do posto, e fui tratar de outros assuntos…

Após alguns dias a mesma mulher me procurou dizendo que estava muito angustiada pois achava que o marido estava seviciando as suas filhas… Fiquei com os cabelos “em pé”, mas, como boa enfermeira, minha aparência externa continuou a mesma… Conversei com a pediatra que estava cuidando das crianças e ela disse que achava que era uma acusação muito séria, que não queria se envolver, inclusive pela clientela do Posto ser bastante “bandidosa”…

Após alguns dias, a médica ginecologista achou que as duas estavam com “condiloma acuminado”, uma doença transmitida sexualmente…

Então começou a nossa história!!!

Conversei com meu chefe, que, como sempre, se absteve de dar alguma ajuda mais efetiva… E eu fui ficando com aquela “batata quente” na mão, sem saber bem por onde começar, e o que fazer…

Resolvi encaminha-las para um hospital de grande porte, especializado em mulheres, onde haveria maior probabilidade de tomarem uma posição mais investigativa, mais efetiva, sem maiores problemas para os profissionais envolvidos…

Após a consulta, nos foram reencaminhadas, sem maiores soluções… Apesar de eu haver ligado antes e falado com a assistente social de lá contando da hipótese, pedindo uma melhor assistência…

Isto foi me incomodando e como tínhamos muitos outros problemas para resolver, o tempo foi passando…

À noite, quando eu ia dormir, orava e ficava a pensar na melhor solução, na atitude a tomar… Convém lembrar que naquele tempo não havia um protocolo legal com relação a abusos contra crianças…

Um dia, a mãe apareceu com as duas meninas, querendo saber o que poderia ser feito, afinal… Como estavam presentes na hora a pediatra, a gineco, meu chefe e eu, resolvi que estava mais do que na hora de colocar um ponto final nesta situação…

Falei com a pediatra, que pulou fora, rapidinho; falei com meu chefe, que achou “muito complicado”, falei com a GO, que disse que poderia tentar manda-la para um hospital de referência mais próximo… Então, pedi para ela fazer o encaminhamento e o contacto e, sem pensar muito, já cheia de tanta falta de postura e conduta, virei-me para a mãe e disse, de repente:-”Chama o seu marido aqui que eu quero falar com ele!!!”

Eles vieram no mesmo dia; meu chefe saiu “pela esquerda”, e eu os convidei a se sentarem. Olhei bem para os dois e disse:-”Suas filhas tem uma doença transmitida sexualmente” E esperei uma resposta, calmamente, depois da minha “frase de efeito”. Confesso que eu também não sabia direito como conduzir a conversa…

Ele gaguejou e perguntou se não poderia ter havido algum engano… Disse que não, e que esta doença só se pega através do ato sexual, e não em assentos, banheiros ou qualquer “bobajada”. Depois perguntei com quem elas ficavam enquanto a esposa trabalhava… Ficavam com o pai, desempregado, e com alguns vizinhos, inclusive com um tio que morava no mesmo quintal…

Foi uma conversa de “gato e rato”. Então, eu disse:- “De acordo com o conselho tutelar, o primeiro suspeito é o pai, inclusive por ser responsabilidade legal de vocês, como pais, salvaguarda-las de qualquer ato que possa atentar contra a segurança delas, e você, como pai, tem a obrigação de defende-las de qualquer perigo…”

Disse que estava conseguindo uma consulta para elas no hospital e que esperava nunca mais saber de qualquer coisa que as deixasse em situação de risco, senão teria que denunciar às autoridades competentes… Levei-os até a porta, com muita educação, me despedindo e desejando no íntimo que nunca mais elas tivessem que passar por tal situação…

Após uns dois meses, encontrei a senhora na rua, com as duas meninas e perguntei a ela qual havia sido a conduta do hospital… Contou que elas passaram pela psicóloga e que a doença não era nada grave… Como nós não temos o retorno dos casos que encaminhamos, em sua maioria, pedi para que me falasse do diagnóstico e, mais tarde, ela disse que “era só condiloma” (!!!)

Resolvi ligar para o hospital e conversei com a diretora, que me informou que o caso delas não foi muito à frente, pois a família se fechava “em copas” e a psicóloga não conseguiu que ninguëm se abrisse…

Fiquei com uma sensação de gosto amargo na boca, achando que, afinal, tudo tinha sido em vão, pois não se conseguiu resolver nada…

Após um tempo, a senhora trouxe o marido com um pequeno tumor na cabeça e eu, apesar de tudo, arranjei um local para que o mesmo pudesse retira-lo e fazer biópsia… Tratei-o muito bem, apesar de lá no fundo me dar uma certa vontade de acertar “em cheio o seu fundilho”.

Bom, para não me alongar mais, após um tempo, a “dita cuja” veio, novamente grávida, e apavorada, pois apesar de eu haver agilizado o processo de esterilização, não havia conseguido uma laqueadura a tempo, mesmo preenchendo os requisitos formais… Acompanhei toda a sua gravidez, e o seu imenso temor de ter mais uma menina…

Quando nasceu, ela trouxe para eu ver a linda menininha que nasceu, loira e de olhos azuis… Estava apavorada e me disse que se eu a quisesse para criar, me daria ela na hora, pois temia por esta nova criaturinha!!! Me deu uma vontade louca de leva-la para casa, mas… Disse a ela para chamar o seu marido, para que eu pudesse conseguir uma laqueadura para ela…

Quando ele veio, fiz novamente o processo para a laqueadura, e “aproveitei” para dizer que aquela criança estava sob os cuidados deles, que era inocente, completamente indefesa e dependente, e que se eu soubesse de algo, por menor que fosse, iria ao conselho tutelar para que eles dessem maior segurança ao bebê, tirando-a dos pais, e que eles acabariam por investigar toda a vida pregressa do casal…

Laqueadura feita, resolvido o assunto, só as encontrava na rua, próximo ao Posto, e ficava sabendo um pouco das suas vidinhas… As meninas cresceram, já são adolescentes e são muito lindas… E sempre me abraçam com muito amor!

Mas sempre ficou na minha mente até que ponto eu as havia ajudado, afinal… A mãe, sempre que me encontrava no corredor do posto ou na rua , dizia para quem quisesse escutar, que, para ela, era “Deus no céu e a dona Carmen na terra”… Eu ficava muito sem graça…

Então, cheguei à conclusão que o “famigerado” não mais as importunou e que a bebê nunca foi molestada…

Senti que, apesar de ninguém denunciar o pai, a situação ficou resolvida, e a família começou a se entender melhor… Cheguei a dizer às adolescentes que, se por ventura fossem novamente molestadas, viessem me procurar que eu tomaria outras providências… e nunca mais fiquei sabendo de nada deste tipo.

Espero realmente que este capítulo das suas vidas tenha sido encerrado!!!

PS: Só consegui a laqueadura para a senhora após uma discussão enorme com a assistente social, que me disse que não havia indicação de laqueadura pelo motivo social!!! E eu perdi a paciência,  desligando o telefone e ligando novamente para a diretora da Maternidade, sendo então atendida… Após muitas considerações a respeito (!!!)